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Destino: Canadá

Cenas de Vancouver

Ontem nós demos uma volta na cidade...

Por engano, passamos por Chinatown, chegando no centro da cidade.

Main Street, Chinatown Chinatown

Vida de desempregado é uma coisa mesmo... Plena segunda-feira, cinco da tarde, e nós passeando pelo centro. Eu fico maravilhada de morar a meia hora de carro do centro! Pra quem levava mais de uma no Rio, meia tá muito bom!

City Centre, Dunsmuir Street

Eu queria muito registrar essa característica de Vancouver: as bicicletas por toda parte! Ainda vou escrever sobre a parte do meio ambiente, que é muito valorizada aqui. Nas ruas você encontra faixas exclusivas para bicicletas e é bem comum as pessoas irem pedalando para o trabalho. Eu acho isso o máximo e não vejo a hora de comprar uma bicicleta pra mim! (Depois que o trabalho aparecer, claro!)

Even bikers stop at traffic lights

Falando em bicicleta, até os ônibus aqui têm suporte pra pendurar a bicicleta (veja na foto abaixo, um ferro bem na frente do ônibus). O transporte público aqui é uma beleza, eu já escrevi sobre como é integrado o ônibus com o metrô e a barca, que faz a travessia para North Vancouver. Os ônibus também têm hora certa pra parar nos pontos, como acontece na Inglaterra também. Teve uma vez que eu errei de ônibus e ia pegar outro. Assim que entrei, o motorista desligou o motor e disse que o ônibus só sairia dali em sete minutos! Como assim? Vai ficar parado esse tempo todo? Eu tenho hora! Acabei saindo e andando para o meu destino mesmo...

Bus

Exclusive lineEssa é a faixa exclusiva das bicicletas, ônibus e veículos que transportam mais de 2 (eu acho!) pessoas. E todo mundo respeita. No caso dessa placa, só é exclusiva nos horários indicados.

E falando em placa, tenho que providenciar minha carteira de motorista! O André também... a nossa brasileira só vale por três meses, já estamos aqui há dois e temos um mês pra tirar a habilitação local. Temos usado bastante o carro, principalmente pra levar e buscar a Laura na escolinha, que por sinal, tem sido uma maravilha! Ontem eu comecei a estudar o livrinho do trânsito pra fazer a prova teórica. Tomara que nós consigamos nossas carteiras antes de acabar o prazo!

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por Ana Paula às 18:18, ,

A China é aqui



O Canadá é um país de imigrantes, como nós sabemos. Aqui em British Columbia, a maioria deles são chineses. Eles são tantos, mas tantos, que às vezes nos perguntamos se estamos mesmo no Canadá.

Eu queria pegar estatísticas comparativas com as outras províncias, mas não procurei muito. O que achei, que é bem significativo, foram números da imigração de British Columbia no ano de 2005. Dos 44,734 imigrantes que chegaram aqui naquele ano, mais de 13 mil eram chineses. O segundo país da lista, a Índia,
enviou pouco mais de um terço desse número. O que isso quer dizer? Que aqui tem chinês pra caramba!

Eu não tenho nada contra os chineses, imagina! Nem contra nenhuma outra nacionalidade, aliás, pelo contrário, estou curtindo bastante viver num ambiente tão multi-cultural. Mas isso é assunto pra outro post.

O que é curioso, é que porque os chineses são em maioria aqui, ao andar pelas ruas você praticamente se sente, mais uma vez, um estrangeiro. Há anúncios nas ruas em chinês, rádio em chinês, você ouve chinês andando pela rua ou dentro dos ônibus, ou da pessoa que sentou do seu lado e está falando no celular.

Na nossa vizinhança então, é difícil encontrar um "canadense". Por sinal, agora estamos entendendo porque eles chamam os "brancos" de caucasianos. Porque os "chineses" aqui podem ser canadenses de nascença, assim como outros imigrantes. Então, reformulando, é difícil encontrar caucasianos por aqui. No shopping que fica perto da nossa casa, tem até um mercado só pra chinês. As etiquetas e embalagens dos produtos são todos escritos em chinês. Tem uma agência do nosso banco que só tem funcionário chinês e eles falam em chinês com os clientes chineses. Tem até uma plaquinha na porta escrito: Fala-se inglês. Chega a ser engraçado! As padarias aqui são deles também. E olha que o pão chinês é bem gostoso!

Eu já até aprendi que existem dois idiomas chineses: o mandarim e o cantonês. Tem escolas que ensinam a língua. Tem anúncios de emprego que exigem o mandarim ou cantonês fluentes.

O negócio é tratar de aprender logo chinês, viu... Eu diria que é a segunda língua "oficial" da província.

Veja mais sobre a história da imigração Chinesa no Canadá.

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por Ana Paula às 15:14, ,

Overdose de e-mails


Antes de nós chegarmos aqui, recebíamos muitas mensagens de candidatos a imigrantes, perguntando toda sorte de dúvidas relativas ao processo de imigração. Os emails agora multiplicaram, o que é mais que normal, eu acho. Eu mesma, na época da minha pesquisa, acredito ter enviado algumas mensagens para poucos imigrantes já estabelecidos aqui no Canadá, pra tirar algumas dúvidas pontuais.

Eu adoro receber emails, e tenho o maior prazer em responder as mensagens. Quem já recebeu resposta minha sabe disso. Pode demorar um pouco (ou muito), mas eu sempre procuro responder todo mundo.

Só queria pedir a todos um pouco mais de paciência e que façam uma pesquisa nos arquivos do blog antes de mandar um email. Às vezes a resposta está aqui no blog. Principalmente para os que estão começando o processo de imigração agora, visitem os nossos arquivos de agosto a dezembro de 2005 (os links estão aí do lado), pois lá está toda a informação que conseguimos na fase inicial da nossa pesquisa e que pode ajudar muito quem está começando agora.

Mais que nunca, estou pensando seriamente em fazer um FAQ pro blog. Às vezes eu respondo a mesma pergunta diversas vezes. Para quem está perguntando é claro que não é óbvia a resposta, mas se coloquem no meu lugar. Isso pode se tornar cansativo, né?

Outra dica que dou pra todo mundo que escreve e está começando a pesquisa agora: entrem na lista de discussão do Yahoo Grupos. Há muitas discussões interessantes agora e os participantes compartilham suas experiências na pesquisa e em diversas etapas do processo de imigração, seja o Federal, seja para o Quebec.

Além disso, ainda no menu lateral, disponibilizamos uma série de links de outros blogs e sites informativos onde vocês podem encontrar muitas informações úteis.

Eu vou continuar respondendo os emails quando eu tiver tempo, e me desculpem pelo desabafo. É que tem horas que cansa um pouquinho.

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por Ana Paula às 20:33, ,

Como abrir a primeira porta de emprego?



Muitos nos perguntam como é o mercado de trabalho aqui em Vancouver e quais as nossas dificuldades na procura pelo primeiro emprego. Creio que esta seja uma das preocupações mais frequentes nas mentes dos candidatos a imigrantes, talvez A mais frequente e perturbadora.

O que eu vou escrever aqui não será nenhuma novidade se você já acompanha os blogs de outros imigrantes que estão aqui há mais tempo que a gente, principalmente do pessoal lá da costa leste do país.

As dificuldades aqui são as mesmas, com o agravante que as vagas são bem menos que em Toronto. Tem vezes que me dá até raiva quando eu procuro emprego no Monster, por exemplo, e o resultado da pesquisa mostra 10 vagas em Vancouver e 50 mil em Toronto (guardado o devido exagero, claro). Bem, então essa é a lição número 1: se você quer ter abundância de oportunidades, vá pra Toronto. Lá as vagas são em maior número, mas acredito que a concorrência também seja grande, já que Toronto é o destino número 1 da maioria dos imigrantes, pelo menos dos brasileiros.

É claro que nós já sabíamos disso quando viemos pra cá. Mas aqui tem bastante vaga também. O que pega não é isso, é você ser novo no local e não conhecer ninguém. Aqui, networking é a principal ferramenta de trabalho, pelo que tenho percebido. Se você não conhece ninguém, trate de conhecer, porque vai precisar e vai facilitar muito a sua vida.

Eu fui num workshop gratuito do governo sobre o tal do hidden job market (mercado de trabalho oculto). Pesquisas mostram que mais de 80% das vagas de emprego não são anunciadas em jornais ou websites. É o boca-a-boca, o networking e o QI (quem indica). E como é que você consegue esses empregos? Batendo na porta alheia, simples. Ou seja, pra acessar esse mercado de trabalho oculto você tem que ser muito cara-de-pau mesmo, fazer seu dever de casa, estudar as empresas onde quer trabalhar e sair batendo de porta em porta, oferecendo seus serviços e qualificações. Parece fácil, né?

Ouvi vários casos de pessoas que conseguiram emprego dessa forma, indo atrás das empresas. Ainda não terminei meu dever de casa pra sair de porta em porta, mas tenho feito minhas pesquisas para identificar as empresas onde gostaria de trabalhar.

Enquanto isso, temos feito da forma mais óbvia: procurando os anúncios em websites e jornais. Em jornais é muito raro ver anúncios de empregos mais qualificados. A maioria é para serviços gerais, atendentes em restaurantes, construções, técnico e o que eles chamam de trades, que eu entendi como sendo serviço braçal mesmo - eletricista, encanador, etc - que é muito bem remunerado, por sinal. Isso é muito bacana aqui, por sinal, todas as profissões são bem respeitadas, não é como no Brasil que um encanador é mal pago e pertence à classe mais pobre da sociedade.

Outro empecilho para o primeiro emprego é o idioma, por incrível que pareça. E essa é a lição número 2: pratique seu inglês ainda no Brasil, e MUITO, muito mesmo. Eu, que me considerava fluente, tenho tido dificuldades às vezes para me expressar. Como sou jornalista, tenho procurado oportunidades relacionadas com comunicação e marketing, mas sinceramente às vezes não sei se sou capaz de trabalhar na área, porque eu não tenho um inglês nativo para escrever em jornal ou revista, por exemplo. Não mesmo. Com o André, que trabalha com TI, todas as vagas pedem "excellent written and oral communication skills", e ele ainda engasga um pouco na hora de falar. Ou seja, suas chances de conseguir a vaga são bem menores do que outro que fale fluentemente a língua.

As nossas primeiras entrevistas não deram em nada - nem a minha, nem a dele. Mas serviram de aprendizado e experiência para as outras que virão. Hoje mesmo consegui outra entrevista, marcada pra sexta-feira. Agora que já tenho várias dicas, vou poder me preparar melhor para esta reunião.

Pra terminar, mais uma dica: procure os serviços de auxílio a desempregados oferecido pelo governo. Eles são extremamente úteis, dão muitas dicas e, o melhor, é de graça. Eu fiz um workshop de 7 dias sobre Planejamento de Carreira e depois participei de 4 workshops, todos relacionados com busca de emprego. O André está num programa de 3 semanas chamado Job Finding Club, onde ele aprende técnicas pra fazer currículo, carta de apresentação, entrevista, etc, e coloca a mão na massa, ligando para empresas em busca de oportunidades. O governo ajuda muito os desempregados, mas a gente tem que fazer a nossa parte também.

Veja aqui uma lista de diversas instituições que ajudam novos imigrantes a se instalarem no Canadá.

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por Ana Paula às 14:07, ,

Encontros

Ontem conhecemos a família Steiner, que está aqui desde dezembro do ano passado. De quebra, conhecemos também a Fernanda Fatio, do Conexão Vancouver. É bem divertido conhecer pessoalmente pessoas que você já "conhecia" virtualmente.



Engraçado mesmo foi na sexta-feira. Fomos no Vancouver Aquarium e de repente uma menina de Recife nos parou e perguntou se éramos nós que tínhamos um blog sobre o Canadá. Aí ela começou a contar a história que uma outra amiga mandou o link do nosso blog pra ela (porque ela viria pra cá estudar). Foi tão engraçado! Fomos reconhecidos na rua! Imagina só! :)

Já viram as fotos do Aquário? Não? Então, passem lá pra ver!

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por Ana Paula às 15:56, ,

Meu primeiro aniversário na primavera

Hoje é o meu aniversário. O Diniz deixou um recadinho pedindo pra eu escrever aqui, já que nem todo mundo visita o meu outro blog. É que é tanto blog que não dá pra atualizar todos ao mesmo tempo! *risos*

Está sendo um dia diferente. Por um lado, triste, porque é a primeira vez que eu passo esta data longe de tantas pessoas que eu amo tanto. É verdade que duas delas, duas das mais importantes na minha vida, estão aqui comigo e isso é bom demais. Mas não dá pra não lembrar de todos os familiares que deixei no Brasil...

Por outro lado, é um dia muito especial. É o meu primeiro aniversário aqui no Canadá, e na primavera! Agora eu entendo o fascínio do povo que mora no hemisfério norte pela troca das estações. Aqui é realmente super definida. Depois eu falo mais sobre isso.

Ganhei um super presentão, um carro. Na verdade, é um presente pra família, mas veio bem pertinho do meu aniversário, então é meu também. O carro é usado, lógico, mas funciona bem e tá bem conservadão. É muito necessário um carro aqui nessa cidade, principalmente pra quem tem criança pequena. Um amigo nosso foi junto pra nos ajudar na negociação e nos papéis do seguro, que é obrigatório aqui. Agora só falta a carteira de motorista local. A nossa brasileira é válida por três meses desde a data em que chegamos aqui.

O outro presente que eu ganhei foi ter finalmente matriculado a Laura num day care. Eu hesitei muito, porque essa escolinha, a única que tinha vaga imediatamente, não era a nossa primeira opção. Mas hoje, lá, eu percebi que é bem boazinha e vai ser muito bom pra Laura interagir com outras crianças. Ela começa na terça que vem (segunda é feriado de Páscoa).

O dia ainda não acabou e talvez ainda role um bolo mais tarde. Vamos ver...

Vou terminar com uma foto que tiramos no domingo, visitando o Maritime Museum e o Hadden Park.

Family

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por Ana Paula às 15:42, ,

Quem somos

Ana Paula e André

Ela, carioca, ele, paulistano. Deixaram a violência e falta de perspectiva no Rio de Janeiro para buscar novos desafios e esperança de um futuro melhor para sua filhinha em Vancouver, no Canadá.

Sobre o blog

O blog foi criado com intenção de registrar e compartilhar o processo da mudança, desde as primeiras pesquisas até sabe-se lá quando. Para informações sobre o processo de imigração Federal Skilled Worker para o Canadá, por favor visite os arquivos do nosso blog.

Chegamos no Canadá em fevereiro de 2007.
    Ontem: Rio de Janeiro
    Hoje: Vancouver, British Columbia
    Processo: Federal Skilled Worker

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Foto: Stanley Park e Downtown Vancouver, de Warwick Patterson, no Flickr.