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Destino: Canadá

Quietinhos, na espera

Estamos calados nesses dias, né? Mas, não há mais nada o que fazer. A nossa parte já foi feita, agora é esperar por notícias do Consulado...

Enquanto esperamos, só nos resta ficar sonhando e imaginando quais serão os próximos passos. Essa espera é angustiante!

Na semana passada eu vi vários sites de pesquisa de emprego em Vancouver e tem TANTAS vagas na minha área! Dá vontade de mandar o currículo, mas não vai adiantar nada nessa altura do campeonato. A neura é tanta que tem dias que nem tenho mais vontade de trabalhar. Parece que nada do que faço aqui vai ser útil pra mim. É como se eu já estivesse vivendo lá no futuro.

Isso é ruim, claro! Essa ansiedade toda só vai me dar mais cabelos brancos (além do montão que eu já tenho!). Então resolvi dar um tempo nas pesquisar e me focar no presente e nas minhas atividades aqui no Brasil. Tem a festa de 2 anos da minha filha, que vai ser em abril, e eu ainda não vi nada...

Vou terminar o post com uma foto de Vancouver. Quase não colocamos fotos no blog, né? Essa foi da nossa viagem em julho passado. Depois escrevo mais sobre nossas impressões da cidade.

Até mais!

por Ana Paula às 16:33, ,

Limpa geral

Esses dias estivemos limpando alguns armários. Enchemos sacolas para doação. Afinal de contas não vai dar pra levar tudo o que temos, aliás, pelo que temos conversado, vai ser muito pouco o que vamos levar.

Dá uma dor no coração ter que me desfazer de tanta coisa. Mas acho que é um exercício de desapego às coisas materiais.

Eu ainda vejo nas lojas coisas legais que gostaria de ter na minha casa, como um DVD (que ainda não temos!). Aí penso: Vamos levar? Não? Então não compra. O critério é esse agora. ;)

Pode até ser precipitado da nossa parte já pensar e agir dessa forma, o processo ainda está no início, e por menor que seja, há chances de dar errado. Mas estamos tão de cabeça nesse propósito, que não conseguimos fazer de outra forma. Vai dar certo.

por Ana Paula às 11:12, ,

Andamento do processo - Como acompanhar?

Nosso processo foi iniciado no dia 19 de Dezembro/2005. A carta do consulado pede que, se não entrarem em contato conosco até Junho/2006 para enviarmos uma carta perguntando sobre o andamento. E outra carta, em Outubro/2006 se não nos contactarem novamente. Bom, só sabemos que será um ano de muita espera.

De qualquer forma, o CIC (Citizenship and Immigration Canada) disponibiliza, on-line, uma ferramenta de acompanhamento do processo.
É o "e-Client Application Status" que pode ser acessado por aqui.

Todos os campos devem ser preenchidos.
- Em "File No:", preencha o nº o processo que vem junto com a carta de abertura (B000000000);
- Em "Surname/Family Name:", preencha com o nome principal do aplicante principal;
- Em "Date of Birth:", preencha com a data de nascimento do aplicante principal seguindo o formato YYYY-MM-DD;
- selecione o país de nascimento;
- e, finalmente, "Continue".


Boa sorte e muita paciência!

por André às 14:57, ,

Respondendo comentários

A gente vai avançando nos posts mas com o passar do tempo algumas perguntas são feitas nos comentários e acabam ficando sem respostas. Vou tentar respondê-las neste post, ok? Espero que sejam satisfatórias.

A Aninha perguntou se deve vender o carro para comprovar recursos junto ao consulado.

Respondo: Não precisa. Basta redigir uma carta se comprometendo em vender o carro antes de partir, informando as características do carro e o valor de mercado de acordo com a tabela da Fipe (www.fipe.com.br). Não se esqueça de reconhecer firma em cartório.

O André, meu xará, pergunto se já temos emprego garantido no Canadá.

Resposta: infelizmente, não. É quase impossível sair daqui já empregado por uma série de exigências do governo canadense.

A Ana Carolina, além de destacar a semelhança das nossas famílias, pergunta quanto a tradução de algum documento para iniciar o processo.

Não traduzimos nenhum. Nem mesmo as cartas de referência. Em inglês, só as cartas que nós mesmo redigimos justificando a não-entrega de algumas cartas de referência e declaração de que pretendemos vender o carro.

Flavia Mandic que nos aguarde. Nosso destino é Vancouver.

Não se importem em fazer comentários longos. Adoramos lê-los. ;- )

Por fim, gostaria de responder a todos nos próprios comentários de cada post mas tenho restrições de acesso no trabalho, o que me impede de comentar em outros blogs também. Vou procurar visitá-los mais a partir de casa.

por André às 16:00, ,

Sotaques

Já que estamos falando de inglês, queria escrever sobre sotaques. É óbvio que eu não conheço todos os tipos de sotaques de todos os países em que o inglês é língua oficial. Porém, já estive nos Estados Unidos (que tem vários sotaques diferentes, de acordo com as regiões), na Inglaterra e no Canadá. E vejo os documentários do Discovery Channel com aqueles malucos que ficam caçando cobras e jacarés na Austrália.

Eu estudei a vida toda no CCAA, cujo inglês é americano. É aquele inglês mais escorregadio, mais deslizante, conectado. Quando eu visitei Nova Iorque pela primeira vez, tive um susto, principalmente no metrô. Eu já tinha um inglês razoavelmente avançado, me comunicava bem, mas naquela hora parecia que todos os anos do meu aprendizado tinham sido em vão, eu não entendia NADA do que aqueles caras falavam.

De volta ao Brasil. Depois de formada (no curso e na faculdade), consegui uma entrevista numa organização britânica. Logo eu, que era super preconceituosa com o sotaque britânico, achava super feio, metido. Lá estava eu, diante daquele inglês que falava tudo picado, guturalmente, como se estivesse tropeçando nas palavras. Tive dificuldades em entendê-lo também. Mas consegui o emprego. Estou lá até hoje, by the way.

No trabalho, pouco a pouco, mudei o meu sotaque, para o britânico, que, hoje, acho lindo! É muito mais limpo, claro, fácil de se entender. A pronúncia das vogais é mais semelhante ao Português, diferente do inglês americano. Ah, sim, importante. Estou falando do inglês britânico londrino. Vai pra Escócia pra ver... lá são outros quinhentos! *risos*

O inglês australiano é o mais engraçado, na minha opinião. Nunca falei com um australiano antes, mas do pouco que vejo dos programas australianos na TV, acho muito estranho o sotaque deles. Parece a Família Buscapé, bem caipira, falando inglês, não é mesmo, máite?

Já o inglês canadense é uma delícia. Acho que é o menos afetado de todos. Nem tão grave quanto o inglês britânico, nem tão arrastado como o americano. É simples, correto, claro.

A verdade é que hoje em dia, na minha experiência, não se liga mais pra essa coisa de falar com o sotaque do local. O importante é se comunicar, independente de como você fala. Ainda mais em cidades multi-culturais, como é o caso de Vancouver. Acho que as pessoas estão mais acostumadas e são mais tolerantes com os diversos sotaques existentes.

por Ana Paula às 04:06, ,

2006, o ano do Inglês

Minha principal meta neste ano que entra é me preparar para o inglês". Aliás, foi por não dominar o idioma que não entrei como aplicante principal no processo, deixando esta atribuição para a Paula. Tenho que aprimorar ao máximo, principalmente a conversação.

Semana passada comecei a ler, desde o início, o imperdível blog do Maurício e da Débora, Canadiando, e fiquei muito sensibilizado com a falta que fez para o Maurício, um inglês mais fluente.

E vocês, como dominaram ou o que estão fazendo para dominar o inglês?

por André às 08:13, ,

Quem somos

Ana Paula e André

Ela, carioca, ele, paulistano. Deixaram a violência e falta de perspectiva no Rio de Janeiro para buscar novos desafios e esperança de um futuro melhor para sua filhinha em Vancouver, no Canadá.

Sobre o blog

O blog foi criado com intenção de registrar e compartilhar o processo da mudança, desde as primeiras pesquisas até sabe-se lá quando. Para informações sobre o processo de imigração Federal Skilled Worker para o Canadá, por favor visite os arquivos do nosso blog.

Chegamos no Canadá em fevereiro de 2007.
    Ontem: Rio de Janeiro
    Hoje: Vancouver, British Columbia
    Processo: Federal Skilled Worker

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